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Em terceira pessoa

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          A dois anos e três meses disponho de uma das experiências mais fantástica que a vida pôde me proporcionar em trinta e seis anos de vida, a PATERNIDADE. Ser pai é entre muitas coisa é poder se vê em terceira pessoa e poder se entender de outro ângulo, viver em plena paralaxe.           Estar em paralaxe na vida, pressupõem visualizar os fenômenos da vida em outros ângulos e destes outros pontos de vista ter outras compreensões. A paternidade de cara nos rouba o direito a uma morte que anteceda o caminhar pelos próprios passos de nosso filho, nos faz mais econômicos em palavras, em atos e em ações.          Não sei se a condição paterna ou o acúmulos de um pouco mais de três décadas me permita uma melhor leitura das entrelinhas da vida, mas a dois anos os meus canais estéticos e os meus momentos reflexivos tiveram uma ampliação consideráve...

Da SOLIDÃO a SOLITUDE

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         A contemporaneidade carrega sobre si, um fardo paradoxal: “NUNCA ESTIVEMOS TÃO INTERCONECTADOS E TÃO DESINTEGRADOS”. Dia após dia nascem novos aplicativos ou mídias no geral com o intuito de interconectar as pessoas, que, proporcionalmente, se aproximam das que lhe estão distante e as que estão próximas, no calor do “aqui e agora”, estão cada vez mais distantes        Segundo o pesquisa realizada recentemente em Moscou por Christopher Swader, cientista do laboratório de pesquisas sociais comparativas da Escola Superior de Economia da Rússia, em conjunto com as informações do Estudo Mundial de Valores, demonstra que os habitantes de metrópoles modernas preferem a companhia de seus amigos a dos seus familiares. A vida solitária é uma realidade crescente nas grandes cidades mundo a fora. Estudo recentes apontam que um em cada quatro pessoas sentem- se sozinhos. John Cacioppo, professor da Universid...

A importância da mentalidade para a prosperidade

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“Não existe o bom ou o mau; é o pensamento que os faz assim”.                                                                                                               William Shakespeare               Segundo o adágio popular: “Querer é poder” e o pensamento de Gandhi: “Pensamentos, levam a ações e as ações a realizações”, quando mentalizamos o que queremos desenvolvemos as cap...

A prosperidade é uma questão de hábitos

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“Quando a alma está feliz, a prosperidade cresce, a saúde melhora, as amizades aumentam, enfim, o mundo fica de bem com você...! O mundo exterior reflete o universo interior”                                                                                                                                 Mahatma Gandhi Você já se viu refletindo sobre prosperidade? Que r...

Não perca tempo para ganhar tempo

A palavra tempo vem do latim tempus   e deriva do grego   témno,   que significa “cortar em pedaços”, “dividir”, ou seja, em sua epistemologia, já temos a proposta de divisão ou de fatiamento. Se o seu significado é dividir   ou mesmo fatiar, porquê o tempo virou sinônimo de pouco, de efêmero, de dinheiro,   de não tenho ou de quando eu tiver? Que propriedades ele possui para que ele seja tão diferente e ao mesmo tempo tão democrático? Que diferenças tiveram ou tem o tempo para pessoas como Steve Jobs, Walt Disney, Nelson Mandela ou qualquer um de nós? A resposta para muitas destas indagações, sobre o tempo, estão na compreensão, nas prioridades e nos objetivos que estabelecemos para as nossas vidas. O tempo, nos moldes que conhecemos, é uma medida, genuinamente, humana, ou seja, para as demais espécies ou seres vivos não existe essa necessidade de metrificar os seus momentos, cada acontecimento está contido no ciclo universal das mudanças e, diferente d...

Quando abandonamos as lamentações, só nos resta mudar

Lamentar é diferente dos outros verbos, pois não propõe ação. Se analisarmos com calma outros verbos, como andar, cantar e lutar, teremos nas entrelinhas dos seus respectivos significados a ideia de movimento, de mudança de estado e de sensações que não se aplicam a lamentação. Se desmembrarmos a palavra lamentação, temos a ação de lamentar. Lamentar pressupõe fincar raízes naquilo que nos desapontou ou que pelo menos deveríamos ter feito, mas por outra decisão não fizemos. Em outras palavras, lamentar não propõe mudança, movimento ou sequer transformação e sim uma inércia sem fim. Manter-se em inércia, diante das mudanças que temos que realizar em nossas vidas, nos impossibilita sair do estado indesejado para o estado que almejamos. Nenhum pré-requisito da lamentação nos desloca da inércia ao movimento necessário as mudanças, mas quanto   desapegamos das raízes que nos fincam aos motivos que lamentamos, o movimento em direção ao que desejamos, é a nossa única alternativa. ...