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A importância da mentalidade para a prosperidade

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“Não existe o bom ou o mau; é o pensamento que os faz assim”.                                                                                                               William Shakespeare               Segundo o adágio popular: “Querer é poder” e o pensamento de Gandhi: “Pensamentos, levam a ações e as ações a realizações”, quando mentalizamos o que queremos desenvolvemos as cap...

A prosperidade é uma questão de hábitos

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“Quando a alma está feliz, a prosperidade cresce, a saúde melhora, as amizades aumentam, enfim, o mundo fica de bem com você...! O mundo exterior reflete o universo interior”                                                                                                                                 Mahatma Gandhi Você já se viu refletindo sobre prosperidade? Que r...

Não perca tempo para ganhar tempo

A palavra tempo vem do latim tempus   e deriva do grego   témno,   que significa “cortar em pedaços”, “dividir”, ou seja, em sua epistemologia, já temos a proposta de divisão ou de fatiamento. Se o seu significado é dividir   ou mesmo fatiar, porquê o tempo virou sinônimo de pouco, de efêmero, de dinheiro,   de não tenho ou de quando eu tiver? Que propriedades ele possui para que ele seja tão diferente e ao mesmo tempo tão democrático? Que diferenças tiveram ou tem o tempo para pessoas como Steve Jobs, Walt Disney, Nelson Mandela ou qualquer um de nós? A resposta para muitas destas indagações, sobre o tempo, estão na compreensão, nas prioridades e nos objetivos que estabelecemos para as nossas vidas. O tempo, nos moldes que conhecemos, é uma medida, genuinamente, humana, ou seja, para as demais espécies ou seres vivos não existe essa necessidade de metrificar os seus momentos, cada acontecimento está contido no ciclo universal das mudanças e, diferente d...

Quando abandonamos as lamentações, só nos resta mudar

Lamentar é diferente dos outros verbos, pois não propõe ação. Se analisarmos com calma outros verbos, como andar, cantar e lutar, teremos nas entrelinhas dos seus respectivos significados a ideia de movimento, de mudança de estado e de sensações que não se aplicam a lamentação. Se desmembrarmos a palavra lamentação, temos a ação de lamentar. Lamentar pressupõe fincar raízes naquilo que nos desapontou ou que pelo menos deveríamos ter feito, mas por outra decisão não fizemos. Em outras palavras, lamentar não propõe mudança, movimento ou sequer transformação e sim uma inércia sem fim. Manter-se em inércia, diante das mudanças que temos que realizar em nossas vidas, nos impossibilita sair do estado indesejado para o estado que almejamos. Nenhum pré-requisito da lamentação nos desloca da inércia ao movimento necessário as mudanças, mas quanto   desapegamos das raízes que nos fincam aos motivos que lamentamos, o movimento em direção ao que desejamos, é a nossa única alternativa. ...